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3169E6, Era de Sombrata. Dia 18 de Fevereiro.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

- Para o Lago de Keeth! -

     Tendo seus amigos em sua frente, e contado tudo que havia sido dito a ele pelo Sacerdote, Suzaku se prepara para sair de Sheemer com seus amigos. Natsu teve a ideia de pedir a Odin para pegar alguns camelos. Poderoso como o Deus que era, gritou com sua voz grave e bravia, chamando dois fantasmas a sua frente. Deu-lhes a ordem de o ajudar, e com eles foi buscar os camelos para os guerreiros. Durante a espera pelos soldados espectrais com sua montaria, a Reborn percebeu que a névoa que havia trazido os adversários estava agora circundando Sheemer.
     As arqueiras de Thyatis se uniram em um ser, que veio ser a própria Thyatis. Correndo chega perto de Natsu e o agarra pelo braço. Apertando forte os músculos do ante-braço do demônio, ela diz:
   - Tome cuidado! Há criaturas de todos os tipos pelo deserto... Sejam sábios ou morreram.
   - Pode deixar que não morremos.
     Os dois fantasmas chegam com Odin e outros seis camelos. Ele chama alguns fantasmas para fazerem o trabalho para ele, e com as montarias eles saem dali pelos portões dos fundos. A névoa era densa, mas eles tiveram uma luz que os protegeu de sua maldade. O braço que Thyatis havia tocado, o braço de Natsu, brilhava com uma luz forte. Luz que afastou a névoa formando um túnel por onde eles passaram. Assim que saíram deste túnel, seu braço perdeu a luz. Mas estavam salvos.
     Olharam para trás e viram nada além de uma gigantesca nuvem vermelha que escondia a cidade. Não só viram esta nuvem, como também viram o maldito de branco acima da névoa e a conjurando. Nada podiam fazer naquele momento, apenas continuar sua missão.

Em quanto viajavam para o Oasis de Keeth, a Reborn foi parada por alguns homens do deserto. Chegaram e disseram que aquele era um território inimigo, e que eles deveriam pagar 50 moedas de ouro, por cabeça, para passar. Ou então, pagavam com a própria cabeça.
     Ao em vez de ataca-los, optaram pelo caminho pacifista e pagaram as moedas. Menos Suzaku, que estava voando e não havia sido visto. Agradecidos, e revelando serem até mesmo amigáveis, os ladrões do deserto disseram para tomar cuidado na ponte de Doork. A ponte que junta a parte leste e a parte oeste do deserto. Falaram um pouco sobre dragões e que eles deveriam tomar cuidado contra isso. E foram sem dizer nada mais, além de agradecer pelas moedas.

Seguiram em frente até chegarem na ponte. Em quanto eles viajavam, Ivellios conversava com o camelo em que ia montado. Ele revelou várias coisas sobre o deserto para ele. Sobre horários, criaturas e muito mais. Mas o que mais chamou sua atenção era que os dragões na ponte Doork levantavam junto ao sol. Ivellios contou isso a seus amigos, e eles apertaram o passo.
     Mas, Ivellios os alertou que o camelo lhe disse que a ponte poderia cair com muito peso. Por isso eles iriam sozinhos a partir dali. Natsu, como protetor de seus amigos, foi na frente. Mas Ivellios o segurou quando Mason disse que tinha avistado algum ser estranho passando pela ponte. Parecia um troll corcunda, era estranho demais para se dizer o que era.
     Quando chegou, o sol já estava no céu. Ele não atacou ninguém mas trouxe algumas coisas consigo. Um livro e uma espada dentro do livro, marcando uma página. Mason o agarrou e pegou os itens do ser para si. Não fala nada com nada, nem mesmo palavras, eram apenas sons. Um momento de terror se formou ali, quando ele ficou quieto e um terrível som foi ouvido vindo do outro lado da ponte. Era um dragão negro com um mancha verde peculiar em sua barriga. Suzaku pegou Ivellios, seu urso e Will. Líra agarrou Líra e eles foram voando para o outro lado em quanto o dragão voava ao redor de Mason, que ficara sozinho ali. Ele começou a correr.
     O dragão cuspira uma gosma estranha em Mason, e ele decidiu cancelar as propriedades mágicas com a espada que Odin o deu a ele. Mas não foi possível. Parte da gosma o atingiu e a outra atingiu a ponte. Mason se recuperou da dor rápido quando viu que a ponte poderia vir a baixo a qualquer momento, e começou a andar lentamente para o outro lado. Já o dragão, estava vindo bem rápido, e em sua direção.
     O dragão destroi o outro lado da ponte e ela começa a cair dos dois lados. Suzaku largou seus amigos lá e foi voando com todas as suas forças para pegar Mason. Ele apenas ergue a mão e fechou os olhos. E seu amigo o salvou. Assim que estavam juntos e do outro lado do abismo de lava do deserto de Hash-Sandhe, eles correram com todas as suas forças para que o dragão não os pegasse. Só que ele já estava preparado para abocanhar a todos.
     A sorte pendeu para o lado deles quando caíram em um corredor estranho entre a areia. De repente todos estavam juntos em um corredor sem fim ou inicio. Estavam vivos, e isto bastava para eles.Continuaram em frente.
"Bem-vindos, bem-vindos à tumba do dragão. 
Cuidado, cuidado, magos que morrerão..."

Depois de passar por várias armadilhas, charadas com bençãos e maldições, corredores com escritas antimagia e muito mais, eles chegaram em uma sala com um corpo e um velho. Natsu acabou ficando cego nesta sala, quando colocou o olho perto de um buraco de uma relíquia interessante que havia fechado. Mas era uma armadilha, e ficara cego. Mason adorou a relíquia, pois o homem velho que encontravam gritava como uma mulherzinha, com medo do globo dourado.
     Mais charadas, mentiras, e marretadas na cabeça. Estavam livres do que parecia ser uma tumba sem fim. Continuaram sua jornada, agora estavam perto. Durante a caminhada encontraram um frasco estranho, com um delicioso, cheiroso e saboroso líquido dentro. Estavam com sede, e com uma vontade gigantesca de matar a sede com tal bebida. Eles começaram a brigar por ela, como se estivessem enfeitiçados ou algo parecido.
     Muitos caíram, mas Líra os curou. Quando Ivellios se levantou curou os outros. Que recobraram sua consciência em quanto lambiam Natsu, que havia derramado o líquido por cima de si. Cuspidelas voavam por todos os lados depois daquele momento. Mas não tinham por que se preocupar, o Oasis estava perto.

Quando chegaram, viram Darzull recebendo algo de Loki no centro do lago e indo para Adhattus. Vendo que a barra estava limpa, se jogaram - quase todos nus - dentro das águas sagradas de Keeth. Todos foram curados de seus ferimentos pela água mágica. Mason pegou um frasco de energia vazio, e colocou um pouco da água.
     Em quanto tomava seu banho, Mason refletia. Sobre várias coisas, coisas que Odin disse, pessoas distantes. Pessoas distantes... Lembrou-se de Din e o Shipair nas ruínas, e que Aelina disse que sabia onde eles estavam. Avisou a todos eles que estavam ali. Levantaram-se das águas, vestiram-se e seguiram para o mar, onde poderiam utilizar um item mágico que os ajudaria a chegar em Raider's Ruins.

Chegaram em Kattur, uma pequena cidadezinha de pescadores e estrangeiros. Entraram em uma taverna e descansaram. Ou pelo menos alguns descansaram. Pois para aqueles que ficaram atentos, teve muito com o que se preocupar. Já que o taverneiro era um assassino. E não qualquer assassino, ele era uma criatura de sangue negro; o maldito de branco havia passado por ali, provavelmente antes de ir até Sheemer.
     Eles armaram uma armadilha, o esperaram e Suzaku o acertou com um belo soco em sua cabeça. O pegaram e o fizeram perguntas. Mason, Líra e o urso de Ivellios estavam drogados com alguma coisa feita por ele, queriam um antidoto.
   - Meu sangue... meu sangue é o antidoto...
     Ivellios achou estranho, e leu sua mente. Ele parecia estar falando a verdade. Natsu cortou seu pulso, chupou um pouco do sangue dele e colocou em um frasco. Foi quando cuspiu em um frasco que percebera uma coisa: o sangue dele era negro. Cuspiu mais ainda. Pegaram suas armas.
     A batalha durou bastante, aquele monstro parecia mais forte que os outros. Mas conseguiram, quando acharam seu ponto vital em sua cabeça. Sem mais demoras, saíram dali e utilizaram o item dos mares na água, chamando um kraken. Um kraken dos Aquarines que os levou até Raider's Ruin.

Cinco minutos, disseram...
Mas isto esta parecendo horas, ou mais...
Precisavam chegar logo lá, e ajuda-los antes que o pior acontecesse...

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