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| Raider's Ruin |
Eles estavam à alguns passos das ruínas do que certa vez foi uma grande cidade. Agora apenas pedras, ruínas e refugiados de todos os tipos. Aproximou-se Mason de um homem em vestimentas desérticas azuis que estava sentando no chão, escorado em uma pedra:
- Você viu um Shipair?
- ...
O homem parecia estar em um estado estranho. Mas ele pode apontar para a Reborn um local que parecia um grande armazém. Chegando lá eles encontraram o Shipair dentro da construção sem teto. O fato de estar sem teto explicava pelo menos como o Shipair foi parar ali, mas a explicação não estava completa. E o paradeiro da tripulação ainda continuava desconhecido.
Suzaku, Natsu e Mason se separaram para vasculhar. Deixando Ivellios e Líra com os cavalos e Will na entrada do velho armazém abandonado. Suzaku foi pelo lado esquerdo do Shipair. Encontrou dois homens aquecendo-se com uma fogueira feita de livros. Chegou perto e perguntou onde poderia estar a tripulação. Um dos homens parecia estar dormindo, o outro ergueu a cabeça e respondeu para ele:
- O pessoal do navio voador nos deu o Shipair...
- O que?
- Sim, um deles apostou tudo contra nós para ganhar um pouco de combustível e comida. Mas ele perdeu.
- E o que aconteceu com eles?
- Não sei...
O homem que aparentemente estava dormindo, havia caído para frente. Estava morto. Seu "amigo" pegou seu corpo e jogou na fogueira depois de mexer em seus bolsos, e continuou se aquecendo. Quando o corpo se encontrou com as chamas um dos livros que queimava caíra para frente, não havia sido tomado pelas chamas. Suzaku o pegou. Era um livro sobre demônios que ele havia lido certa vez no Shipair, na biblioteca do Shipair.
- Venha comigo... Agora! - Suzaku agarrou o homem que tentou pegar as botas de seu amigo. O bondoso herói deixa o homem pegar as botas para ele e depois agarra ele novamente, levando-o para o outro lado do armazém, do outro lado do Shipair.
Mason pulara para dentro do Shipair. Ao pisar lá viu que as portas do convés estavam lacradas com correntes e cadeados. Foi correndo para o laboratório, arrebentou as correntes e entrou dentro do comodo para encontrar nada além de mesas vazias. Todos os experimentos e poções de Melissa haviam desaparecidos.
Ele soltou um suspiro de raivam, foi correndo em direção da biblioteca. Encontrou todas as estantes vazias e atiradas em um canto da sala. Viu caixas negras ali que não eram deles. Começou a vasculhar. Encontrou partes de corpos mutilados. Ficou muito aliviado quando não reconheceu nenhum amigo ali dentro daquela caixa, foi para a próxima. Viu que o anel de Din, o da antiga organização que ele participava, estava ali. Poderia estar morto, pensou.
Foi na última caixa que encontrou algo útil, a telepata. Ela estava presa em um saco com buracos pequenos. O motivo dela estar sendo vendida como mercadoria era desconhecido para ele, mas ele a salvou sem sequer se importar com motivos, apenas ações. Quem havia feito aquilo iria pagar, e caro.
Ele foi para o convés, tirou as correntes da porta que levava para a cantina e foi para dentro.
Natsu, do outro lado do armazém encontrou uma pequena caravana, uma carroça de uma velha cigana que fumava na janela de sua carroça. Ela perguntou o que ele queria, ele disse que só queria saber o que ela estava vendendo. A velha disse muitas coisas, mas foi a palavra "escravos" que o chamou a atenção.
- Posso ver os escravos?
- Claro, deixe-me abrir a porta para você... - "Sabia decisão?" Não.
Quando ele entrou, encontrou vários animais preços em gaiolas e itens sem valor. Olhou mais para o fundo e viu um grande jaula com quatro pessoas presas e completamente nuas ali dentro. Era uma moça ruiva cuidando de um velho, e os outros eram nada mais nada menos do que Melissa e Zetos. Natsu agarrou a moça. Suzaku chegou quase que neste mesmo instante, ele entrou na carroça e soltou a velha, apenas para agarra-la novamente. Natsu então foi abrir a jaula. A velha não parava quieta, ficava falando de escravos, presos, preços. Suzaku apenas apertou sua mão, e ela pensou duas vezes antes de abrir a boca novamente. Resgataram Zetos, Melissa e a moça. O velho estava morto. Pegaram as roupas do homem que Suzaku trouxe e as vestimentas da velha e deram para seus amigos. Natsu, sem perder a chance, deu seu casaco para a moça, que Melissa ajudou a vestir.
Will olha para Ivellios e, como se tivesse saído de um transe, pergunta:
- Onde estão eles?
- Ahm... Suzaku foi por ali, Natsu por ali e Mason foi para o Shipair...
- Hum... Okay... - Will tira seu capuz e sobe no Shipair.
Will faz o mesmo trajeto de Mason, apenas para encontra-lo na cantina. Foram juntos para as salas abaixo, a sala das máquinas, o arsenal e o banheiro de baixo. Enquanto desciam, Mason ia contando o que havia encontrado e que os quartos estavam vazios.
Vazios como o arsenal. Ao abrirem a porta da sala das máquinas viram que pelo menos alguma coisa não havia sido vendida ou roubada. Um pedaço de pau parecia estar impedindo as engrenagens de iniciarem a partida para que o Shipair flutua-se. Will tirou, e os motores começaram a funcionar. Depois disso saíram dali para avisar os outros. Viram que o Shipair estava flutuando baixo.
Ao chegarem na entrada, viram Suzaku e Natsu em cima de uma carroça onde haviam prendido os cavalos que eles haviam comprado na aldeia de Kattur.
- O circo chegou! - gritou Natsu brincando com a carroça.
- ... - ninguém comentou sobre isso, apenas o observaram.
Estava feliz com o achado de seus amigos. Mas então Mason disse:
- Mas e Ponnie?
- E meu filho?! - falou Suzaku, que antes havia perguntado para Melissa, e não teve resposta. Já que ela não sabia.
- E Elézis? - disse Will.
- E... Din? - falou Ivellios, um tanto inseguro se devia lembrar.
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| "A Tigresa" |
Neste instante Will pôde sentir a presença de sua tigresa. Como podiam falar através da mente, ela pode dizer que estava com o resto do grupo em uma carroça saindo da cidade. Só que antes que ela pudesse dizer a localização da carroça, ela ficou distante demais para falar com seu mestre. Will falou isto para seus amigos e então foram. Suzaku foi guiando a carroça lá de cima, nos céus. Voando alto, pode ver o interior de uma abóboda de uma torre. Lá ira um homem sacrificando crianças.
Haviam bebês em pratos dourados que flutuavam em uma pequena fonte nesta sala com uma grande estátua de um ídolo de seis braços e seis pernas. Suzaku foi voando com toda a sua fúria quando viu que seu filho era o próximo. Natsu quase perdeu Suzaku de vista, mas conseguiu segui-lo até a torre.
Voou até lá e entrou pelo buraco na abóboda. O homem que o viu ficou assustado e tentou jogar-se com sua adaga em cima do filho de Suzaku. Mas Suzaku, sem ligar para o que poderia acontecer, jogou a espada de Lockbbah nele. Que ficou preso a parede, mas pode lançar sua adaga contra Suzaku. De nada adiantou, ele pegou a adaga enquanto corria em sua direção e matara o homem com ela. Pegou sua espada, a adaga e salvou seu filho. Apenas seu filho. E desceu para a carroça, entregando-o para Melissa e dizendo que havia visto cinco carroças deixando a cidade. Will disse para irmos atrás de duas carroças que estavam deixando a cidade pelo leste.
Todos concordaram e foram. Mas não estavam nelas, as que estavam saindo por aquele lado tinham apenas estátuas e armaduras em suas carroças. Aproveitando a situação, Mason trocou coisas da caravana da moça para ter uma armadura que chamou sua atenção. Então Suzaku colocou os cavalos em cima da carroça e levantou-a, levando eles para a carroça mais próxima. A que estava no caís.
Foi assustador quando chegaram lá e viram que a carroça estava completamente vazia. Olharam para o mar, Will disse que sentia a mente de tigresa perto. Haviam cinco navios no mar. Não tinham muito tempo. Suzaku levou a carroça para o convés de um deles. Um convés que chamou a atenção de todos, já que levavam 62 concubinas.
Lá encontraram Ponnie, que havia sido drogada. Seu cabelo havia sido tingido de preto e haviam visto uma roupa nada descente nela. Will também achou Elézis. Mason depois de colocar as 62 concubinas dentro da grande carroça, encontrou Din preso a um mastro junto a outros homens e uma criança. Mason salvou apenas Din e a criança. Mataram o capitão e foram para outro navio.
Não foi preciso matar ninguém, já que o capitão havia sido achado bêbado no timão. Enquanto alguns heróis distraiam o capitão, outros procuravam a tigresa. A distração era desnecessária com todas as garrafas que o capitão havia secado, mas - acredito - deu mais tempo para que eles encontrassem a tigresa, o que aconteceu. Abriram um buraco no navio, como fizeram com o outro, e foram para o caís.
Libertaram as concubinas, deixaram a criança no caís junto a moça que libertaram da escravidão e então começaram a decidir o que iriam fazer. Durante a conversa Suzaku e Natsu pareciam estar tramando alguma coisa. Esta coisa jogou a Reborn nas trevas, pois eles decidiram sair da Reborn para ir atrás de poder. Subiram no égua negra de Natsu e foram para o norte, passando pelas ruínas. Ivellios olhou para o chão, e disse para seus amigos:
- Não podemos continuar sendo a Reborn sem eles. Este nome, "Reborn", irá só nos causar mais problemas...
- Verdade - disse Din - Me entristece ver que Natsu, antigo membro da Imortality, que sempre buscava juntar a organização para um objetivo maior, nos abandonou com tanta faciidade...
- Bem, não vamos parar por aqui! - disse Mason - Temos que ir para BlueStone acabar com a Reborn de uma vez por todas e ir atrás de poder para livrarmos o deserto das trevas.
- Zetos! - chamou Ivellios
- Sim?
- Venha comigo para vendermos este cavalo e a carroça para conseguirmos comida, madeira e combustível nas ruínas. Qualquer coisa irei usar de meu urso para baixar os preços.
- Certo, Sr. Ivellios!
Eles foram e depois de tempos trouxeram os equipamentos e materiais. Deis do momento que Suzaku saíra, Melissa não parava de chorar por ele não ter levado ela. Mason e Will conseguiram manter ela por um tempo até ela se acalmar. Zetos tapou alguns buracos e seguiram em frente até BlueStone.
Assim que chegaram relataram tudo para Samantha, e disseram que não poderiam mais ajudar. Ela olhou para baixo, estava triste. Ela sabia que este dia iria chegar, mas não poderia mais evitar. Disseram que não iriam mais fazer parte do governo, como uma elite. Algo que havia sido dito a muito tempo atrás e chegado aos ouvidos de Mason. Falou isso porque ajudar eles era perigoso demais para eles, que haviam perdido seus amigos. Compreendendo a situação, ela permite que eles a acompanhasse no conselho. Will havia pedido isto a ela para que ele e Mason pudessem deixar isto claro e informar os outros.
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| Reação de Samantha ao ouvir tudo... |
Ao pisar lá pegou a capa de Will para se esconder dos moradores de lá, e foi até os mercados negros. Comprou e, tentando sair dali velozmente, foi parado pelo vendedor que o reconhecerá. Mas, antes que alguma coisa pudesse acontecer, Will se jogou na frente. Quando o vendedor viu Will sem sua capa, o reconheceu sendo o rei de Daarth. Esquecendo completamente de Mason, o homem que fez sua esposa se apaixonar por outro, Mason.
Enquanto Will fazia pape de louco, Mason foi até o caís e esperou por Will. Ao chegar deram o fora dali com a maior velocidade que poderiam. Pagaram um navio que os levasse de volta para BlueStone.
Quanto a Natsu e Suzaku, eles foram encontraram uma adeia, a aldeia de Kod-Sher, uma aldeia pequena de seres estranhos, a maioria Raghit - uma raça de homens e mulheres com cabeça de tigre com habilidades em seus genes e sangue que os tornavam imunes a magia. Muitos desta raça tornaram-se caçadores de magos, ou caça para caçadores de magos que queriam seus olhos para utilizar de amuletos contra magos.
Eles juntaram algumas informações e foram para Vivec. Durante a viajem a égua de Natsu caíra no chão e morrera. Natsu havia convencido Suzaku de levar a égua dele, o que não deu muito certo. Mas pelo menos estavam vivos.
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| Sephiroth |
Lá neste beco estava ele, esperando-o. Brincou com eles, os assustou um pouco e mostrou seu poder apenas para ver a cara deles. Depois de toda esta besteirada juvenil, Sephiroth disse por que estava ali. Chegou perto do ouvido de Natsu e falou umas palavras estranhas, rogando-o uma maldição. Ele disse que ele iria morrer em sete dias. Natsu apenas olhou para ele:
- Por que?
Sem responder, desapareceu. Ele caiu de joelhos no chão, Suzaku foi até ele pensando onde estariam os guardiões da luz em um momento como este. Foi só pensar nisto que, por algum motivo desconhecido, um nome saiu de sua boca:
- B... Bartollos?
Ao dizer isto, uma estrela brilhou nos céus. Ficou vermelha e um fache de luz caiu sobre eles. Um homem surgiu do chão, onde a luz tocava. Ele disse que era Bartollos, o atual segundo mais poderoso guardião da luz. Natsu sentiu como se alguém tivesse ouvido suas preces. Bartollos olhou para a marca na parte direita de sua cabeça, ao redor sua orelha. Disse o que ela iria fazer, e que não poderia tirar aquilo. Mas poderia alerdar o processo. Natsu aceitou, quanto mais tempo de vida, melhor. Ele explicou que ele era o guardião encarregado de ajuda-los.
- Por que eu? - reclamou Natsu em um tom deprecivo novamente. - Não sou nem forte o suficiente para deixa-lo irritado... Por que?
- Ora meu amigo, como disse O Sacerdote: Um homem poderoso pode perder seu poder e continuar vivendo, como um homem fraco. Mas um homem com influência, pode morrer e continuar a mudar a mente de vários. Talvez não agora, mas vai haver alguma coisa que tornará você e seus amigos pessoas influentes, seja poder, seja a morte, seja alguma vitória.
- ...
- Não estamos mais juntos - disse Suzaku
- Não? Assim será mais difícil... Bem, saibam que podem me chamar para ajuda-los. Irei avisar seus amigos sobre o paradeiro de vocês. Vocês devem se encontrar, ou de nada tudo que fizeram irá adiantar
- Tudo bem...
O homem de branco de longos cabelos negros e olhos vermelhos desaparece junto a luz da estrela vermelha. Suzaku levanta Natsu e leva Natsu novamente para a estalagem. Iriam se preparar, achar ajuda e sair dali.
Lá na estalagem "Olhos Cantantes" foi onde conheceram duas moças magas que decidiram os ajudar. Em troca de dinheiro, fama e sexo com grande heróis, elas decidiram ajuda-los. Natsu apenas ofereceu fama, pois a ideia de que Líra iria morrer com o afastamento do grupo não saía de sua cabeça.
Thyatis havia dito que se ela se afastasse do grupo, Líra morreria. Como o grupo se partiu em três, Suzaku e Natsu em Vivec, Will e Mason em Nostradamuz' Island e os outros membros da antiga Reborn em BlueStone; sim, ela estava morta. Mas e a caixa? Thyatis disse que se Will se separasse de seus amigos... Droga... Tudo isto passava na mente de Natsu como um turbilhão. O que estava feito, estava feito. Não tinham o que fazer. Apenas chorar. Mas engoliu isto, e continuou em frente.
Uma das moças disse ser capaz de teleportar, mas no máximo dos máximos de um continente ao outro. Isto era muito poderoso, mas não era o que Natsu queria. Ele queria ir para Helsterr, pegar as relíquias do ancestral de Mason. Mas depois de muito tempo de esperar e de teleportes, eles chegaram em Helsterr. Mas, como havia acontecido um erro, a telepata desmaiara de sua parceira caíra no sono, ou coma. Não souberam dizer. Dane-se, pensaram, estavam ali e isto bastava. Foram até o refugiu dos Deuses. Já que estavam em Sheemer, ou seja lá onde. Pois chegou ao ouvido de todos da Reborn, enquanto estavam nas Ruínas, de que Sheemer havia desaparecido do mapa, assim como Inn a muito tempo atrás.
Pensou Natsu, se os Deuses estavam lá, e "lá" desapareceu. Haha! Vamos!
- Vamos! Estamos quase lá, Suzaku!
- Ótimo!
Chegaram até lá, apenas para dar de cara com Fenrir, o filho de Loki. Ele parecia estar bem, não ligaram para isso, só queriam as relíquias. O fato de que ele estava entre os Deuses do bem na luta, e agora estar aqui era estranho, mas isto passou por eles. A ganância foi maior. Entraram. Sob a condição que perderiam a memória desde o momento em que pisaram ali em Helsterr. Não importaram-se. Entraram, pegaram as relíquias e saíram. Ao pisarem para fora viram um fache de luz e acordaram no chão em meio a uma floresta com itens estranhos, mas não sabiam por que ou o que. Foram até uma cidade próxima e entraram em uma estalagem. Pagaram e deixaram as moças, que ainda estavam com eles, junto a um quarto que compraram para ambos, e ali passaram a noite.
"Enquanto todos dormiam, eles não podiam ver o que acontecia sobre a cabeça de todos. Com os Deuses de Helsterr e de Katosh presos em Sheemer, que agora se encontrava em outra dimensão, era o tempo perfeito para o caos atacar o mundo."
"Com os Soldados Sacros ainda ativos, eles foram capazes de segurar os inimigos planares de criarem outros portais para entrarem em Wayland. Mas isto os tornou inativos para o mundo, o que poderia ser devastador. Claro que ainda havia O Sacerdote. Mas ele tinha algo mais importante para fazer. Sem Deuses para ajuda-lo ele teria agora de manter toda a sua vontade e concentração apontada para Chaotych-Mysti. Uma criatura gigantesca que nascera quando Dhagodar foi removido do universo pelo Sacerdote. Chaotych-Mysti é um ser sem forma, apenas uma massa negra com olhos famintos. Como um imensa sombra que cruzara a galáxia inteira e colocou seus olhos em Wayland, o planeta com mais energias existentes para absorver."
"Diferente de muitas outras criaturas que poderia literalmente engolir Wayland, Chaostych-Mysti envolve os planetas como uma nuvem negra de caos. Assim que toma controle de um planeta as pessoas se tornam malignas e começam a se destruir até que todas são mortas e as almas e essências são absorvidas por Chaostych-Mysti. Mas O Sacerdote não iria deixar isto acontecer com seu planeta, com seu universo. Aquela criatura havia sido acordada pela falta de poderes divinos em Wayland, o centro do universo. O Sacerdote foi até o espaço segurar esta criatura, e lá ele se encontra até mesmo agora."
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| Bartollos |
Depois que nossos heróis acordaram, Bartollos foi até Mason e Will e disse que eles deveriam se encontrar com seus amigos Natsu e Suzaku em Helterr para manter a paz, já que eram guerreiros fortes. Disse também que iria ajuda-los a tornarem-se mais fortes para enfrentar o caos.
Eles fizeram que sim e foram levados até lá, onde se encontraram. Bartollos se foi, dizendo que iria dar um tempo para que se ajustassem em Helsterr e se reconciliassem. Durante este tempo, Fenrir apareceu para eles dizendo que Odin havia fugido de Sheemer e que estava no templo de Helsterr. Disse que deveriam ir para lá imediatamente para receber alguma ajuda divina para a batalha que estaria por vir.
Quando ouviram isto foram correndo para lá. Mas, ao chegarem lá, descobriram que não passava de uma travessura de Loki, que fora encontrado sentado no trono de seu pai.
- Vocês são muito chatos...
- O que fez com seu pai, Loki?! - disse Mason bravo
- Nada, ainda nada. Mas chega de assuntos familiares eu quero...
- Para onde foi Sheemer?! - gritou Will
- Foi para o mesmo lugar que a aldeia de Mason HAA HAA HOO HOO!
- Maldito! - pulou Mason contra Loki
- Ah ah ah... - disse Loki paralisando-o enquanto mexia o dedo indicador para lá e para cá. - Não toque no rei dos nórdicos, Vladmir.
- Você... não é... o rei... de nada!
- HAA HAA HOO HOO! Até parece! Olha só, tenho até um trono! HAA HAA HOO HOO!
- O que irá fazer agora, Loki? - disse Natsu sério
- Gostei da tatuagem tribal Natsu!
- Ora seu... - Natsu se segurou. Era um Deus, não ia deixar sua ira o cair em paralização. - O que quer? Por que nos chamou aqui?
- Sabe, estou cansado de brincar com vocês. Vocês são sem graça... E também, não posso deixar vocês vivos por muito tempo. Ou logo haverão muitas pessoas capazes de se opor à mim. Alias, vocês são os únicos que sabem do que eu fiz! Não é Fenrir?
- Sim, pai...
- Tra... traidor! - disse Mason, lembrado do que havia acontecido com sua aldeia. - E pensar... pensar que minha aldeia... o ve... o vene... rava! Seu... covarde!
- Opa! Olha como chama meu filho! Bem, chega de palhaçada, vamos por um fim nisto tudo. Acabarei com vocês agora e caçarei os remanescentes da Reborn mais tarde...
"Loki ergueu todos eles com seu dedo indicador. Eles estavam voando no ar, no centro do templo dos Deuses e Deusas de Helsterr. Falou algumas palavras mágicas e cada partícula do corpo deles começou a brilhar como um sol. Um sol que não fazia sombras, apenas mais luz. Todos ficaram quietos em seus derradeiros momentos. Mason queria lembrar de seu irmão, mas se esforçou para não o fazer, não queria ver o verdadeiro ultimo dos Vladmirs na mão de Loki.""Natsu só conseguia pensar em Líra. Ela era bela, forte, era uma demônio como ele! Ela tinha tudo para estar com ele. A única coisa que o confortou naquele momento, é que ele iria ver ela agora. Suzaku pensou em seu filho, seu legado, seu sangue. Melissa não era importante para ele, mas naquele momento pensou nela e em seu filho. Esperava ver Melissa para onde via, mas rezou baixinho para não encontrar seu filho."
" Will pensou em ver seu pai, mas lembrou que ele havia sido tirado de seu descanso. Não havia ninguém além de seus amigos o esperando para onde ia, o fim. O fim? Não acreditava em tal bobagem. Din lembrou neste momento de todas as aventuras que teve junto a seus amigos, a Imortality, a Reborn. Lembrou de seu pai, e sorriu. Sorriu pois iria poder vê-lo, abraça-lo e dizer como foi a aventura que mais o deixou alegre, o dia em que vingou seu pai."
" Ivellios lembrou de seu passado com os outros druidas kemonos de sua aldeia em Deepwood. Eles acreditavam que a morte os levaria a tornarem-se animais e servirem outros druidas de sua aldeia. Só pôde pensar nisto neste momento. Estava também preocupado se seu urso iria sentir alguma dor. Queria voltar como um urso ao lado de seu antigo amigo, o urso. Não queria que a morte os separassem."
"E foi neste momento em que aconteceu. Loki ergueu-os com o dedo indicador até o mais alto do interior do templo. Enquanto os levava para dentro todos se viam em um turbilhão de pensamentos, nadavam em rios de emoções e sonhos de esperança. Seus corpos brilhavam como estrelas em um céu sem luar. As armas e armaduras tornaram-se pó, ficaram nus. Os olhos de todos ficaram secos, e então ficaram cegos. Suas línguas secaram e o ar de seus pulmões saiu em um ultimo suspiro em conjunto."
"As tochas se apagaram, era muito poder. Vento corria por entre os corpos iluminados dos heróis que estavam na frente do abismo. As pedras brancas do templo começaram a ficar negras, e as tochas caíram. Os corpos dos heróis que morreram, que ficavam nas paredes, começaram a cair ao redor do trono de Odin, onde Loki estava sentado. Foram levitando até chegarem no teto do templo, que fora desintegrado ao entrar em contato com os heróis e o poder que os rodeava. Eles foram levitados um pouco mais. Todos em Helsterr olharam para o templo do outro lado do continente, que brilhava como um colossal farol."
"De repente, o farol se apagou e todos ouviram um suspiro no ar, no vento, na brisa do mar que banhava as terras nórdicas. Os corpos que brilhavam e flutuavam nas mãos de Loki pararam de brilhar, e tornaram-se cinzas. Cinzas que voaram ao vento em seus últimos suspiros."
"Os que eram Imortais morreram.
Ao Renascer se separaram.
E se uniram em aliança para regredir sua ressurreição.
É tempo de Recomeçar..."
"O conto destes heróis terminou. Mas os espíritos deles continuaram. Natsu foi para seu plano infernal passar 30000 mil anos em prisão demoníaca por não ter libertado o demônio da caixa ele mesmo. Suzaku foi para seu plano natal, onde fugiu grande parte de sua estadia para não ter o mesmo destino de Natsu. Até hoje ele anda desaparecido no 5º Circulo, e só isso que se sabe. Mason pode se encontrar com seus ancestrais no Limbo, lá contou a eles seu maior segredo, sobre o ultimo Vladmir. Tal segredo nunca deixou o Limbo, e Loki encontra-se até hoje em uma busca que acredita ser inútil. Will seguiu caminho com Din, que foram para o 4º Circulo infernal. Até hoje continuam discutindo sobre quem possui a melhor mira. Will viu apenas um ponto positivo em sua morte: Depois que morreu, nunca mais ouviu a voz de Crowley. Convenceu-se que ele fora para outro circulo mais profundo e bem distante dele. Ele espera Elézis até hoje. Din voltou a colocar esperanças em Yveldish, e esperar que ela seja morta logo para conquista-la novamente."
"O conto destes heróis terminou, mas a história não..."
"Wayland ainda precisa de aventureiros capazes de proteger, guardar e libertar..."
"...Este conto começa agora..."
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