Samantha se aproxima e, com todos os homens e mulheres que vieram para entrar no conselho atrás dela, começou a pronunciar os nomes dos dezoito candidatos que foram eleitos pelo povo:
- Wullman, de Lhibann
- Hawkwood, de Fheria
- Mantook, de Inn
- James T., de Shimmbly
- Boyle M., de Bal-Dûr
- Cron, de Amahdog
- Meldanein, de Hash-Sandhe
- Deebri, de Vivec
- Hielbrieth, de Hibrief
- Fallemh, de Nostradamuz' Island
- Um Espelho Encantado, de Aka-Eth (para contatos com O Sacerdote)
- Amy L., Zirr
- Ninnak, das ninfas de Deepwood
- Kobbin, de HornTown
- Neemish, de Fangûr
- Fael, de Iguz
- Selennahi, de Urughaff
- Shinkatsu, de Deepwood
No momento que Shinkatsu ouviu seu nome ele saltou da cadeira em animação. Então Samantha pede para que os novos membros do conselho que se levantassem e que dessem algumas palavras para o povo.
Shinkatsu não estava preparado para isso. Mas como seria o ultimo a discursar, teve tempo para pensar em alguma coisa. Só que a unica coisa que conseguiu pensar foi em um velho discurso que havia em sua mente.
Assim que terminou de falar, e ouviu os aplausos, se sentiu aliviado...
Adrian, que estava ainda em sua peregrinação pelos infernos, teve sucesso ao passar pelo inferno da violência, e seguiu em frente. Infelizmente o centauro que o acompanhava não pode continuar, ele disse que apenas pessoas que tinham um assunto a tratar importante, ou que estivesse morto, poderia entrar na cidade de Diis. E foi ali, no caminho à cidade, que ele se despediu de Adrian. E ele continuou seu caminho para terminar seu objetivo.
Ao chegar lá encontrou um gigantesco minotauro mudo, que depois de fazer alguns sinais, deixou Adrian passar. Adrian não entendeu muito, mas assim que passou pela porta - e viu que o minotauro sentara assim que passou por alguns símbolos no chão no portão -, deu graças ao Sacerdote de nada ter acontecido, e foi para dentro da cidade.
Lá ele viu que haviam pessoas presas em correntes no chão ao redor de um templo em ruínas. Essas pessoas estavam sendo chicoteadas em quanto rezavam para Lucifer. Assim que viu o templo, seguiu os dizeres do centauro, e tentou adentrar nele. Mas foi barrado por uma mulher velha usando uma armadura de guerra, e com algo em suas mãos - que mais tarde foi descobrir que era um coração palpitante.- O que um fleshling faz na cidade dos mortos?
- Fleshling... ? - disse Adrian, com uma sobrancelha levantada
- Um ser que ainda possui sua carne viva... O que faz aqui?!
- Tenho assuntos a tratar no sétimo circulo infernal...
- Hum... Muito bem, fleshling. Me siga, já que deseja ir mais a fundo nos infernos. Mas antes, dê uma boa olhada na cidade de Diis.
Adrian dá uma olhada ao redor, e percebe que era um tanto parecida com Inn - sem contar as pedras negras, as fortalezas ensanguentadas os mendigos sendo chicoteados. Depois de fazer um check-up na cidade, ele olha para a mulher, e espera uma reação dela.
- É bom você escolher uma casa agora mesmo. Senão, quando chegar no sétimo inferno, se chegar, não haverá lugar para você aqui...
- Não pretendo voltar...
- Sua vontade não vale nada aqui, fleshling.
- Muito bem então, agora me deixe continuar...
- Você é que sabe...
Adrian então continua sua peregrinação, e passa para o sexto circulo infernal. Lá ele encontra uma pessoa que não esperava encontrar. Assim que recebeu um conselho desta pessoa, ele segue o conselho dela, e segue por um atalho que o levaria mais rápido para a árvore da vida.
Três dias se passaram, e Adrian já havia enfrentado milhares de seres nojentos e gosmentos. E para completar, ainda continuava sendo seguido/observado por um homem que o parou no caminho na direção da cidade de Diis. Como não foi agressivo, Adrian o ignorou. Afinal, se não estava em seu caminho, não tinha para que se preocupar.
Durante seu caminho entre o sexto circulo infernal encontrou Suzaku, com uma cicatriz ao redor do pescoço. Ele estava acompanhado de um homem de mantos negros encapuzado, e um rapaz de cabelos negros e roupas de ladino. Adrian ao ver ele ali se aproximou a conversaram.
[...]
- Engraçado - disse o homem de mantos negros - Suzaku chegou aqui mais rápido que você, e sairá ainda mais rápido...
Adrian logo reconheceu o homem, quando ele tirou seu capuz, era Nostradamuz.
- Vamos Crow, vamos Suzaku! O ritual de ressurreição não deveria ser tão demorado, temos de ir.
- Te vejo lá em cima Adrian...
- Bela cicatriz...
Assim que Suzaku desapareceu em uma luz cristalina, Adiran continuou seu caminho até chegar na Cidade-Árvore, dentro da árvore da vida. Lá algumas pessoas o pararam, e mais uma vez encontrou aquele demônio que sentava-se ao lado do Senhor do Limbo. Assim que ele parou Adrian, murmurou algumas conversas, e pediu para que assim que visse Suzaku novamente, dissesse que ele estava preparado e de estômago vazio para enfrenta-lo assim que ele pudesse. Adrian disse que sim, e continuou. Não queria perder mais tempo.
E continuou seu caminho pela árvore. Quando estava quase no topo, ainda dentro da árvore, vários seres com asas - parecendo insetos - começaram aparacer em sua frente, em quanto subia a escada circular, e formaram um rosto feminino. O bater de asas das criaturas começaram a formar uma voz que disse:
- Há apenas um modo de chegar ao topo, que é passando por mim...
- E como passo por você?
- Deve responder uma charada. Errando ou acertando, você irá continuar. Mas dependerá de sua resposta se você irá continuar inteiro, ou não.
- Muito bem, faça...
- "O que as pessoas aqui nos infernos têm que é mais pesado que minhas asas?"
- Hum...
Longos minutos se passaram. O bater das asas parecia até meio hipnótico de tão repetitivo. Adrian então se dirige ao ser, e diz:
- O pecado...
- Não! - assim que este grito foi lançado, o nariz da face se separou dela, e os seres voadores que formavam o nariz foram na direção do braço de Adrian, e o devoram.
Assim que os seres voadores voltam para a face, agora vermelhos, Adrian olha para seu braço e vê nada além de ossos. Adrian nunca havia gritado de dor, até este momento. Um dos seres voadores vai na direção dos ossos, e pousa em cima deles, fazendo com que caíssem.
Adrian então diz:
- Então é a carne?
- Não! Mas como o preso já foi pago, não irei lhe tirar mais nada...
- Então a carne não é mais pesada que suas asas?
- Há algo que pesa mais que carne neste inferno. Minhas asas são feitas da carne daqueles que aqui falham a resposta... Por tanto, não é a carne...
- Que seja...
Adrian então continuou seu caminho, agora com uma cicatriz que o faria lembrar desta caminhada para sempre.
Depois de mais três dias nos infernos, Adrian chega ao topo da árvore e lá encontra um colossal dragão roxo dormindo. Ele se depara com os frutos, mas quando olha para o dragão novamente, vê que ele estava acordado. O dragão roxo vai em direção de Adrian, e ao chegar perto disse:
- Quem és tu, mortal?
- Sou Adrian, e quem é você?
- Sou Nidhogg, o guardião desta Árvore...
- Entendo... Bem, saiba que vim pegar um fruto...
- Eu sei. Muitos são os boatos do Peregrino dos Infernos, o mortal que esta cruzando o fogo para chegar até aqui. - o dragão toma uma forma humana e diz...
+ Neste momento Nidhogg e Adrian conversaram de coisas que não podem ser discutidas aqui. +
- Compreenda Adrian, sobre os dizeres do profeta... e pegue estes dois frutos. Mas lembre-se do que eu disse.
- Muito bem. Eu gostaria que eu pudesse ficar e conversar, mas...
- O tempo aqui passa mais lento do que no mundo real, para aqueles que carregam a Relíquia de Mephistopheles... Mas mesmo assim, ele ainda passa. Você ainda tem muito o que fazer Adrian Thorks. Deixe-me poupá-lo do risco de morte do caminho para casa...
Dito isso, Nidhogg o manda para Lhibann...
Em quanto tudo isso acontecia, Suzaku Hiei estava abrindo os olhos em Wolfberg. Ele rapidamente se levantou e tocou seu pescoço. Olhou para os lados e viu Nostradamuz e aquele homem, chamado Crow, ao lado dele.
- E agora?
- Agora você irá com Crow para Lhibann, ele se separará de você ao chegar lá. Você deve se reunir a Imortality e continuar sua missão. Mas saiba que sua recompensa já esta o esperando em Daggerfall.
- Bom... Eles sabem de minha morte?
- Não, já que a mensagem foi interceptada por mim. Sabe, Drakkuz havia cortado sua cabeça e dado ela para ao balor para que levasse como mensagem a IMT. Com medo de morrer - ou mais - seu balor se uniu a Drakkuz. Foi no caminho para cá que encontrei ele e um dos dragões de Drakkuz indo para BlueStone. Então, peguei a mensagem - que agora esta entre seus ombros - e agora você esta aqui. Alias, saiba que você se sentirá mais fraco agora.
- Por que?!
- Posso ser o necromante mais forte do mundo, mas não sou um deus. Não posso ressuscitar sua alma por completo. Você só tem 50% de sua força espiritual. Se morrer novamente, não haverá o que trazer a não ser uma casca vazia.
- Entendo... Devo ir agora então... E quanto minha recompensa, saiba que não me sinto forte o suficiente para ter ela agora. Quando eu estiver mais forte, eu irei pega-la.
- Muito bem... Lembre-se que não poderei manter ela esperando para sempre.
- Tudo bem... Mas, - ele olha para Crow - por que devo leva-lo comigo?
- Crow é um homem habilidoso. Há muito tempo atrás ele ajudou um de meus grandes aprendizes em uma grande batalha. Agora estou lhe dando uma segunda chance, como estou dando uma para você.
- Certo, vamos Crow!
- Sim! - disse Crow levantando vôo junto a Suzaku em direção de BlueStone.
Will estava chegando em BlueStone, onde encontrou-se com Shinkatsu e seu tio durante o conselho. Mais tarde ambos descobriram que o homem de mantos marrons que veio com Will para BlueStone no shipair de Daarth, era Kinn. Eles se espantaram ao ver que ele estava vivo, mas como homens de orgulho e dignidade, não demonstraram isso.
Ele explicou que ele havia voltado para completar a missão de sua família, e que assim que a terminasse, voltaria para o mundo dos mortos. Também disse que em quanto perambulava pelos infernos, descobriu que Suzaku havia ido para Wolfberg, e que Drakkuz atacaria Lhibann em três dias.
Shinkatsu e Will, ao ouvirem tudo isso, arquitetaram um plano. Will iria para Daarth e apressaria o funeral, para que depois pudesse ir de Daarth com um exército para Lhibann no segundo dia. Shinkatsu iria para Lhibann agora com o grupo zero - Glenn, Zetos e um ninja de Orochi - e avisaria o rei de Lhibann. E Kinn iria encontrar Suzaku e leva-lo para Lhibann. E ali, se separaram...
Orochi já tinha chegado em Tustmitsa em quanto tudo isso acontecia. Um dia antes ele recebera uma carta do Khan de Tustmitsa pedindo que ele fosse ao seu palácio o mais rápido possível, pois um certo amigo do Khan o fez enxergar que Orochi merecia uma promoção.
Quando chegou lá, foi recebido pela elite do Khan. Ele subiu até o palácio onde encontrara o Khan, sua irmã e um homem de mantos negros ao lado dele.
Orochi se reverenciou para o Khan, e ele disse que isso já não era mais necessário, já que a promoção que ele havia mencionado na carta iria torna-lo Khan de Tustmitsa. Ao ouvir isso Orochi ficou muito feliz, mas manteve-se. O homem de negro disse que todos deveria o seguir até o outro lado do palácio.
Ao chegar lá, havia uma multidão gigantesca. Toda Tustmitsa estava observando eles, que estavam em um lugar alto do palácio em uma arquibancada. O Ex-Khan se aproximou e disse que um novo líder estava se levantando, e que ele era Orochi Amakusa.
Todos, menos o homem de negro, se prostraram diante de Orochi que deu algumas palavras rápidas para o povo.
Assim que ele se encontrou sozinho com o homem de negro na sala do trono, para "conversas de estado", ele se revelou e disse que precisavam conversar sobre o futuro de Tustmitsa, e de Wayland.
- Sim, mestre. O que queria conversar comigo?
- Orochi-Khan, Tustmitsa é sua agora. O que irá fazer?
+ Por várias horas conversaram. Até que... +
- Mestre, preciso sair agora. Bom ver que compreendeu todos os meus planos para o futuro. Mas preciso trabalhar neles agora....
Rapidamente Nostradamuz pega o capuz de seus mantos e tira-os puxando pelo capuz. Assim que os mantos passaram pelo seu corpo e estava no chão, Orochi se viu - como em um espelho.
Os olhos deste outro eu eram vermelhos, mas logo mudaram. E ele disse:
- Não se preocupe Orochi. Irei cuidar de tudo em quanto estiver fora...
- Muito obrigado, mestre.
Orochi então foi em um navio para Lhibann, onde seu mestre disse que precisariam dele...
Din, em quanto ninguém havia chegado em Lhibann, procurava pelo homem que mandou matar seu pai. E encontrou um bufão, seguindo as coordenadas da informante. Ele se viu de frente com ele, e começou a pressiona-lo com perguntas sobre assassinatos, até que desaparece em uma bomba de fumaça.
O jovem ranger sai dali, e ouvi um estrondo ultra-sônico com seus ouvidos de elfo. Ele foi para fora das barracas do mercado negro e encontrou Suzaku, que estava acompanhado de um homem de marrom. Mais tarde Din foi descobrir que aquele homem era Kinn, o que foi uma grande surpresa para ele.
Mas logo se distanciou, para procurar o bufão novamente. Quando saiu, os portões de Lhibann abriram, e de lá chegaram Shinkatsu e o grupo zero. Eles se reuniram com Suzaku e Kinn e foram para o palácio avisar o Rei de Lhibann.
Hawk encontrou-o novamente, mas desta vez ele o fez falar. Descobriu que ele havia sido pago para usar seu nome para contratar um assassino para seu pai. E que este homem estaria em outra cidade, usando um nome que não conhecia. Din deixou o mercado negro um tanto bravo, e foi se encontrar com o Rei de Lhibann.
Shinkatsu, Suzaku, Kinn e o grupo zero estavam na frente do Senhor de Lhibann, e o informaram. Depois que os preparos foram feitos, e Kinn enviado para avisar todos do conselho de BlueStone para receberem reforços, o Rei os ofereceu uma oferta interessante. Inicialmente, eles recusaram. Mas assim que ouviram os motivos e os dizeres do rei, mudaram de ideia.
Din havia entrado no palácio - onde Suzaku disse que iria mais tarde - e se juntou com seus amigos.Ele então pode ouvir a oferta também. Ele disse que havia um bufão no mercado negro que enganava a todos com suas habilidades artísticas de interpretação para esconder que era um espião de conselheiros corruptos que haviam sido presos. Din ao ouvir isso, concordou em mata-lo para rei, já que teria sua vingança e uma recompensa por fazer uma boa ação.
Os três foram na procura do bufão, ele estava fazendo malabares com facas. Ao ver tantas pessoas fortes e suspeitas com Din, que veio ao seu encontro pela terceira vez, instintivamente jogou suas facas em Din e Shinkatsu. Que levaram as facas em seus ombros. Suzaku então pulou de trás deles e atacou o bufão.
Ele foi jogado em direção de uma barraca, mas se levantou.
Shinkatsu então o atacou várias vezes, e ele estava morto.
Din ficou bravo, quando viu que seus amigos ignoraram seu pedido de deixa-lo terminar sua vingança sozinho.
Orochi havia chegado em Lhibann, e encontrou-se com seus amigos. Adrian estava em Lhibann, e logo encontraria os outros membros da IMT. Kinn já havia voltado e avisado que os membros foram informados - menos Tustmitsa. Will já havia chegado em Daarth e presenciado o funeral - que Lord Sacerdote havia compadecido. E agora poderia ir para Lhibann quando juntasse o exército...
Logo, tudo será decidido em Libhann... Assim que esta separação acabar, e todos estiverem reunidos...
O que irá acontecer?
- O Sacerdote -


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