Com a ajuda de Nidhogg, Adrian chega a Lhibann. Ao colocar os pés no chão a primeira pessoa que ele encotnra depois de tanto tempo, é Kinn. Surpreendeu-se em vê-lo vivo novamente, conversaram um pouco e Kinn lhe deu a localização do presente de Zarin que Adrian nunca havia encontrado. Depois que agradeceu e se retirou dali se encontra com alguns outros membros da IMT – Shinkun, Din, Suzaku e Orochi. Eles estavam na frente do corpo de um bufão, o bufão que Din estava perseguindo. Depois de algumas palavras rápidas, e ver que nenhum deles estava tão interessado em saber onde ele andava, ele dá as costas e vai para o Shipair em busca da pessoa que sabia que se importaria.
Quando deu as costas e começou a se distanciar, Shin – depois de ter gritado com os rapazes – aproxima-se de Adrian e pergunta onde estava e pede desculpas pela ignorância dos outros. Adrian responde com poucas palavras, entrega-lhe um dos dois frutos da Yggdrasil para ele e dá as costas novamente.Will chega a Libhann e vai em direção do Shipair da IMT. Ao entrar no Shipair, que estava ancorado nas docas lhibanêsas, deparou-se com o capitão ninja. Ele disse que Adrian havia chegado de uma longa viajem e estava dentro no Shipair.
Assim que estava lá dentro viu Ilannah nos corredores dos quartos da nau. Ela parecia estar conversando com alguém dentro do quarto de Lucária. Quando viu que este alguém era Adrian, ele aproximou-se silenciosamente para lhe dar um “Olá”.
Mas Adrian percebera sua presença e o cumprimento. Então Will lhe disse algumas coisas sobre os outros aventureiros, e rapidamente se retirou dali com os homens que vinham lhe acompanhando desde Daarth. E Adrian continuou ali por um tempo, com Lucária e Ilannah.
Shinkun, Suzaku, Din e Orochi se retiram da praça do mercado e vão para o palácio do Imperador de Lhibann. Com o soberano ali junto eles, e com a cabeça do bufão entregue à corôa, puderam receber a recompensa prometida. Depois que o tesouro foi entregue os planos da batalha foram discutidos. Drakkuz iria atacar no dia seguinte, e eles precisavam se organizar.
Suzaku iria com tropas lhibanêsas para o sul da ilha, nas docas. Orochi iria encontrar-se com suas tropas tustminianas ao norte da ilha. Din iria para a torre mais alta da cidade levando consigo milhares de arqueiros de elite lhibanêsa. Will iria para o lado leste das terras com arqueiros e homens com bestas e balistas. E Shinkun iria ficar ali no palácio observando a todos pela bola de cristal e encarregado de informar-lhes caso ele visse alguém se aproximando da cidade pelas bolas de cristal implantadas ao redor das muralhas por Kinn, o Azul.
Alguns minutos de discução, Adrian, Zetos e Glenn haviam chegado para fazer parte da conversa. Com tantas pessoas ali, o Imperador pediu para trazer algumas cadeiras – mostrar um pouco da hospitalidade de Lhibann em tempos horríveis. Mais tarde veio Illannah e Lucária. Zetos havia se levantado para dar lugar a Lucária, mas Illannah rapidamente se sentou e agradeceu a “educação” do rapaz. Adrian, vendo aquilo, cedeu seu lugar para Lucária. Zetos, agora em pé como Adrian, chega perto dele diz:
- O que não fazemos pelas mulheres?
Adrian olha para os outros ali presentes que possuíam uma grande audição – o que era fácil de perceber, pois estavam olhando para ele com uma cara estranha (O_O).
- Você deveria tomar cuidado com o que diz, nossos amigos são habilidosos.
Zetos olha ao redor, e fica quieto.
Com todos ali, e Zetos tendo explicado para Adrian o que estava acontencendo, os planos puderam ser melhor organizados, e Adrian ficou com o lado Oeste da ilha. Kinn mais tarde iria traze-lhe um exército de Inn para ajudá-lo na batalha.
Depois que todos os planos haviam sido separados, Adrian perguntou para Orochi sobre Naomi – já que havia visto ela nos infernos durante sua peregrinação.
- Ela se matou. – disse Orochi com um ar de frieza.
- Por que ela fez isso? – disse Adrian
- Não sei, meus homens a viram morta no “quarto” dela. É melhor assim.
- Como pode dizer uma coisa dessas da pessoa que você ama?! – disse Shinkun
- Amor... essa coisa não existe. Amor e um sentimento fraco, para pessoas fracas.
Neste momento, Adrian se lembrou da noite em que seus pais foram assassinados. Pois o homem que fez isso, dissera a mesma coisa. Foi curioso como Adrian lembrou disso, pois Orochi disse isso lembrado do que Shougo, o samurai que causou a morte de seus pais, disse na noite do massacre de sua vila.
- Orochi, você chora? – disse Shinkun com um ar estranho.
- Chorar? Lágrimas são um sinal de fraqueza...
- Que tolice... – disse Adrian desistindo de ouvir mais bobagens e indo em direção das portas do palácio.
Ao chegar perto delas, elas se abrem, e um homem de armaduras comuns com uma flecha no peito cai sobre Adrian, que o segurou antes que pudesse cair no chão. Ele então murmura algumas palavras no ouvido de Adrian.
- Elthor... esta em chamas...
- Pare de falar, descanse... – e se retira dali.
Shin, que estava chegando perto do homem começa a cuidar dele, junto a Lucária. O homem então diz:
- Meu navio... no mar... salve as pessoas...
Shin rapidamente corre em direção da saída e levanta vôo. Adrian ao vê-lo, vai ajuda-lo. E os outros no palácio, então se separam com outros capitães e vão procurar tropas nos quartéis.
Adrian e Shin conseguem resgatar uma mulher, um velho e um casal de crianças. Eles os levam para o hospital de Lhibann onde dois médicos cuidam deles. Lá Adrian e Shin descobriram que uma das crianças carregava consigo um amuleto da Ordem de Daghodar. Adrian então fica para proteger a criança, e Shin vai para o palácio para monitorar os cantos da ilha.
Enquanto Adrian cuidava do garoto ruivo, ele reparou que ele havia se movido de um jeito estranho, e ficou de bruços na maca. Adrian chegou perto para ver o garoto, mas quando ele olha para o rosto do garoto vê que seus olhos estavam vermelhos e...
- Nostradamuz... o que quer aqui?
- Proteja este garoto. Drakkuz precisa dele, ele é especial. Ele não tem ninguém...
Adrian, mesmo achando este pedido estranho vindo dele, aceita. Não podia abandonar alguém, principalmente uma criança. Não ele, pois negaria o seu passado e sua infância negando aquela criança.
- Cuidarei como se fosse minha... - diz Adrian, ao rosto que desaparece da face da criança.
Mais tarde Lucária vem para fazer companhia e cuidar da criança com ele. Adrian, aproveitando a privacidade do lugar, disse:
- Lucária... posso lhe fazer um pedido? – disse Adrian, com uma voz macia e sussurrante.
“Será que ele vai pedir... minha...” - Sim, querido? – disse Lucária, com uma cara de ansiosa.
- Podemos cuidar dele? Como se fosse nosso?
Um momento de silêncio se segue, e ela diz:
- Claro...
- Mas... também teremos de cuidar dela, a irmã dele...
- Sim! Sempre quis ter um casal que pudéssemos cuidar juntos... – Lucária o abraça.
- Vamos cuidar deles sim, vamos cuidar deles juntos.
Emquanto isso, as tropas colocadas sobre controle da IMT estavam ao redor da ilha, preparadas para a batalha e esperando seu destino. O que irá acontecer com as tropas, com as vidas?...
“... Ele poderia vir de qualquer lugar, mas poder onde? Por onde a Batalha Draconiana de Lhibann iria começar?”


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