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3169E6, Era de Sombrata. Dia 18 de Fevereiro.

sábado, 26 de março de 2011

- Separações Temporárias & Eternas -

     Nossos heróis, assim que chegaram em BlueStone, foram para caminhos diferentes. Adrian pegou um pergaminho e uma pena dos itens de Lucaria, e escreveu uma carta para ela. Quando terminou, deixou as escrituras e foi voando em Lephisto para o Primeiro Portal Infernal, para encontrar a Árvore da Vida.
     Shin, agora transformado em Katsu, foi até o palácio de BlueStone com Suzaku, Gleen, Zetos e um dos ninjas de Orochi. Ao chegar lá agradeceu pelas tropas colocadas sobre seu comando para vencer a batalha. Depois de alguns minutos de trocas de informações e perguntas para os membros da Imortality, Katsu se retira com todos, e eles se separam. Katsu mais tarde volta, e se prepara para o discurso que teria de fazer (entre outros afazeres para a eleição).
     Depois de alguns instantes, Gleen ja estava ao lado de Katsu, e o ajudou com seu discurso até o momento. Zetos e o ninja saíram para os mercados, à procura de comida para a Imortality e mais cordas e balas de canhão para o Shipair.
     Nesse meio tempo, Suzaku foi correndo para Shin - que estava preparado para o discurso - e o informou de sua saída eminente. Disse que alguém tinha de ir até Wolfberg para informar os dragões sobre Deepwood. Logo ele e seu balor foram voando até Wolfberg.
     Din e Derick estavam não muito longe do palácio, procurando o assassino de Edward. Assim que Derick o encontrou para Din, no meio da multidão, ele disse:
   - Lembre-se, eu não posso ajuda-lo. Eu estarei na taverna Black Pot, se precisar de mim estarei lá. Ah sim, lembre-se que você precisa descobrir o nome do informante deste assassino, e depois mate-o.
   - Tudo bem, irei agora, até...

Din continua sua busca, e vai seguindo o homem. Até que ele para, e olha para trás, ao ver Din o homem começa a correr. Din o segue até um prédio abandonado e vazio. Ele entra e começa a andar de lá para cá, até que - ao pisar no centro do salão - escuta que havia um alçapão ali embaixo. Ao atacar o chão, descibre uma passagem que leva para baixo.
     Chegando em um salão gigantesco, ele se depara com várias mesas com utensílios de assassino em todas elas. Desde uma simples adaga para esconder na bota, até máscaras feitas com rostos humanos, o homem era nojento. Din abre um grande porta que havia no final da sala, e se vê dentro de um salão circular de pedras polidas negras. O homem, o assassino, estava no canto da parede oposta a entrada.
     O ranger dá uns passos a frente e pergunta:
   - Foi você que matou Edward Hawk?
   - Quem quer saber? - diz o assassino pegando uma adaga de seus mantos
   - Eu sou Din... Hawk... Foi você que matou Edward?
    Ocorre uma grande pausa silenciosa agora, e o assassino aperta a adaga e diz:
   - Sim... - Din olha para ele, e lentamente prepara sua mão para pegar sua garrucha. - Você não é um dos famosos rangers da Imortaliry, Din Hawk?
   - Sim, sou eu mesmo...
O homem então se afasta, e puxa a tocha atrás dele. Ao fazer isso, Din percebe que a porta atrás dele foi fechada através de algum mecanismo.
    - Pois saiba que a cabeça de cada membro da Imortality esta valendo mil peças de platina no submundo do mercado negro... - ele então vem correndo na direção de Din, e prepara sua adaga.
     Din prepara sua adaga, e quando ele esta a menos de um metro, ele atira. O homem é jogado a mais de cinco metros de distância. O ranger então olha para ele, e ele se levanta. Seu peito estava aberto do lado esquerdo do corpo. Era possível ver seu pulmão funcionando. Ele pega sua adaga - que estava no chão - e joga em Din. Ele tenta pegar, mas não consegue - atingindo-o no ombro direito.
     O ranger então olha para a adaga, e pega sua besta. Ele então dispara oito dardos no assassino. Ele consegue desviar de quase todos, mas três dardos o acertam no peito. Um dos projéteis o acerta no pulmão, e Din consegue ver ele murchando - foi nojento.
     O assassino então pega outra adaga, escondida em suas botas, e joga em Din.
     Ele então se prepara novamente, e olha para adaga que estava ainda em seu peito, então ele se move um pouco para a direita. E consegue pegar a adaga e jogá-la novamente.
     O homem tentou pular para desviar, mas não consegui, e cai no chão. Din se aproxima dele, e pergunta -agora com sua garrucha entre os olhos do assassino:
   - Quem é seu informante?
    O homem pega a adaga dele e tenta um golpe no pescoço, mas Din segura sua mão e o esfaqueia nas paletas. E repete sua pergunta, educadamente.
   - É... Lorence...
     Din, sem esperar que dissesse outra bobagem, atira nele. Pintando as pedras com seus miolos. Ele então retira a adaga, e abre a porta novamente com o mecanismo da tocha, e volta para a taverna a procura de Derick.

Um pouco antes de tudo isso acontecer, Adrian havia chegado no Primeiro Portal Infernal. Ao chegar lá instruiu Lephisto sobre o que ele devia fazer. E foi em direção a porta. Ao chegar perto da porta suas inscritas em draconiano brilharam, e a porta abriu.
     Adrian olha quem estava saindo de lá, e vê o guardião do primeiro portal, Sephiroth.
   - O que faz tão longe de casa, "Lorde" Adrian?
   - Vim adentrar nos infernos...
   - E qual seria o seu objetivo na terra daqueles que não dormem?
   - O objetivo não importa para ninguém, além de mim.
   - Então é uma pena que não saberei o motivo de sua estadia eterna em minha casa...
   - Não pretendo ficar...
   - Sua vontade não significa nada lá embaixo, e é por isso que irei deixa-lo passar...
   - Obrigado... - Adrian passa por ele, mas quando estava prestes a adentrar no primeiro circulo infernal, Sephiroth chama sua atenção novamente e diz:
   - Cuidado para não morrer lá... Não permita essa honra para ninguém, (além de mim - pensou consigo mesmo)
   - Obrigado, irei me cuidar... - e adentra

Demônio Muito Peculiar
Adrian estava agora no Primeiro Circulo Infernal, O Limbo. Ao chegar lá ele se deparou com uma vasta região de cinzas e pó. E um gigantesco caminho negro em sua frente. Depois de horas caminhando, ele chegou em um palácio, onde entrou-se com Kel-Tor Nesh , O senhor do Limbo, conversando com um demônio muito peculiar.
     O Príncipe da Dor, gentil como sempre, o permitiu passar, mas o informou que o próximo inferno poderia acabar com ele. Adrian, por mais que ouvisse os dizeres dele, nunca se preocupou com ameaças de ninguém,  mas ao saber que o próximo inferno era o da luxúria, ele se preocupou. E foi.
     Ao chegar lá, deparou-se com dois shinigamis que jogavam um jogo estranho de baralho, ele passa por eles e vai até o palácio entre as tempestades e os mares revoltos. Adrian quase caiu neste inferno - que por sua segurança não revelarei o que aconteceu aqui - mas saibam, que Adrian passou por ele, com mais dor no coração do que uma lança na genital.
     Foi com nojo que Adrian passara pelo inferno da gula, já que todos ao seu redor estavam comendo uns aos outros (de várias formas) e se alimentando do chão, que palpitava sangue como se fosse um ser vivo.
     Por mais que estivesse com fome, quando encontrou-se com  Morn, Principe da Ilusão, ele lhe oferecerá delícias que nunca havia visto antes, mas ele comera apenas um pão com queijo e um pouco de carne. Morn, depois que se cansou de oferecer suas guloseimas, lhe mostrou o caminho - que seria pelo estômago do Cérberus, o animal onde eles estavam conversando e comendo em cima durante a conversa.
     Adrian foi engolido, e assim que derrotou as criaturas na garganta e estômago do ser de três cabeças, encontrou o portal, e adentrou para o quarto inferno.
     Ao chegar lá, percebeu que houve um pequeno desvio, e foi para no inferno da avareza. Lá ele perdeu toda sua fortuna, antes de poder voltar para o quarto e continuar para o sexto. Adrian abriu mão de todos os seus pertences para não continuar lá, mas por ser honesto e não-materialista, teve seus itens novamente - mas o ouro ficou.
     Ao chegar no inferno da violência, encontrou uma gigantesca floresta por onde ficou perambulando até que viu-se falando com uma árvore. E descobriu que aquela floresta era o bosque dos suicidas, onde quem tivera praticado violência contra si mesmo, teria de perdurar para sempre. 
     Ele estava saindo da floresta quando viu uma árvore nascendo incrívelmente rápido em sua frente. Ao olhar para o rosto que se formava, viu que era o rosto de Naomi.
     Perguntou qual era o motivo de estar ali, e descobriu que Orochi havia dito a ela que ele não a amava mais. E por isso estava ali, foi com uma lágrima escorrendo em seu rosto, que saiu dali. E continuou seu caminho pelos infernos.


Não muito longe do Primeiro Portal Infernal, estava a cidade de Daarth, onde Will havia se encontrando com seu pai para terminar a missão que não consegui-o, graças a sua doença.
     Foi com muita raiva que teve de ir com seu irmão Lancelot para a missão, já que seu pai o pediu que o levasse junto. Mas foram, e chegaram nas catacumbas onde ele havia pegado a doença.
     Mais a frente, ele encontram a ponte descrita por Will em seu diário de missão. E descem na tigresa para ver se encontravam o item mágico que seu pai buscava. Mas quando chegou lá, encontrou um rio de sangue negro, que formara a cabeça de uma águia cinco vezes maior que a tigresa. Ela os mencionou que uma vida deveria ser dada se quisesse tirar um item dali. Por mais que Will nãi quisesse fazer tal acordo, Lancelot pensou que poderia pegar alguém da vila, e joga-la ali. Mas Crowley tinha outros planos; pela primeira vez, Will ouviu a voz de Crowley em sua mente - assim como Katsu ouvia a de Natsu. E ele disse:
   - Lancelot é uma vida, bem descartável...
    Will então pensa:
   - Ele é meu irmão, não irei fazer isso
   - Vamos sair daqui e pegar uma pessoa da vila - disse Lancelot
   - Muito bem...


Eles estavam saindo do abismo, quando Will percebeu que o sangue negro tinha tomado as paredes, quando estavam saindo do abismo, Will sente um puxão muito forte. Ao olhar para trás vê que a águia de sangue negro havia pegado o corpo de Lancelot, que estava se segurando por pouco na tigresa. 
     Will então, vira o Crowley...
   - E agora, irmãozinho?


     Lancelot é puxa para baixo e cai da tigresa, Crowley - com Will em sua mente - pula para salvar Lancelot, e acaba caindo dentro do rio negro. Lá ele tentou encontrar seu irmão, mas não conseguia ver nada. 
     Logo seu ar começou a acabar, e ele começou a nadar para fora. Seu fôlego estava quase acabando, quando conseguiu sair e saltar para fora do abismo. Mas, como ele conseguiu? Ele olhou para baixo e viu que o parte do rio havia se levantado para cima, mantendo-o mais tempo abaixo da "água".
     Assim que se levantou, viu que o rio tinha secado e entrado dentro de Lancelot. Ele chamou a tigresa e pediu para pega-lo e leva-lo para o hospital. Ao sair das catacumbas viu o cavalo de seu irmão morto, e foi correndo para o palácio.


Depois de horas de corrida, ele chegou lá - agora transformado em Will - e entregou o amuleto a seu pai - quase que o culpando por ter mandado ele para aquela missão. Seu pai então o explica:
   - Filho, esse amuleto pode me curar... - ele estende a mão com o amuleto para Will - mas seu irmão precisa mais dele do que de mim.
   - Mas...
   - Seu velho pai já viveu o que tinha que viver, e Lancelot ainda tem muito o que ver. 
     O velho ranger abraça seu filho e sussurra algumas palavras que o fazem chorar, e dá seu ultimo suspiro.


     Will se recompõe, e usa o amuleto em Lancelot. Ele continua desacordado, mas Will não deu muita bola. Quando estava voltando para o quarto de seu pai, viu alguém se aproximando, e ao virar a face viu O Sacerdote.
    - O que faz aqui?
    - Vim prestar meus pêsames a um de meus mais antigos e leais... amigos...
     O poderoso ser entra na sala, onde Fran - a esposa do falecido - chorava. Ele passa por ela, e pega nas mãos do corpo de Will. Ele faz uma breve cantica em élfico, e uma luz cristalina passa pelo corpo de Will Ryllon, o Rei de Daath.
    - O que você fez? - pergunta Henry (Will)
    - A muito tempo atrás, antes de você nascer, prometi a todos os meus servos e amigos que lhes concederia um lugar nos céus até o fim dos tempos. 
    Um tempo passa, e O Sacerdote olha para Henry. Ele pega a corôa do Rei no bidê da cama, e coloca sobre a cabeça de Will.
    - Por mais que você irá tirar essa corôa mais tarde, isso não muda sua simbologia. Você agora é Will H. Ryllon, o Rei de Daarth. Irá encontrar seu avô em BlueStone depois das eleições. Daqui a três dias será o funeral do rei, e sua coroação oficial e material. Traga-o com vós.


E Will foi para BlueStone com sua tigresa, lamentando por seu pai, e pensando em seu futuro.


Suzaku já havia passado uma estação de Shipair, onde foi vangloriado. Mais tarde estava em Wolfberg. Ao chegar lá seu balor disse que sentia o cheiro de morte.
    - Deve ser de mim que esta sentindo o cheiro - ele dá uma leve risada. 
    - Sinto o cheiro de muita mais morte do que você poderia causar, meu mestre.
     Curioso com estes dizeres, ele adentra em Wolfberg. Ao descer lá, ele se depara com o corpo de um dos dragões prismáticos do conselho. Ao ver que ele deixara um ovo antes de morrer, ele pega para si. E continua sua missão. 
     Ele vê o antigo salão dos tesouros, vazio. Todos os ovos haviam sido roubados. E encontrou um draconiano (meio-dragão) e chamou sua atenção. Ele começa a gritar, e então pega sua espada e o dá um corte no peito.
     Suzaku então o parte em dois com a espada de Lockbbah. Ele começa a escutar o barulho de tambores, e logo aquele lugar estava cheio de draconianos, e Suzaku começa a enfrenta-los.
     Ele mata dois com cortes no peito de cabeça. 
     Depois parte três ao meio. 
     Dois deles o acertam pela frente e pelas costas. 
     Ele quebra a mão do primeiro e parte em dois o segundo.
     Quando o da frente ia ataca-lo, todos param a escutar uma voz forte nas trevas dizendo: Parem!


     O balor, que havia descido para ajudar seu mestre na matança, matou mais alguns e foi para o lado de seu mestre. O soldados formaram um circulo, que se abriu em uma das pontas.
     De longo Suzaku viu Drakkuz, o Domador de Dragões, vindo em sua direção.
     Ele chega e tira seu helmo, e diz:


   - Ora, ora, ora... Se não é meu antigo companheiro Suzaku...


     No mesmo momento, Suzaku se lembrou do pequeno draconiano Derick, que andava com eles antes do império de Daghotar ser destruído em chamas.


   - Olá...
   - O que faz tão longe de casa, Suzaku, Domador de Balors?
   - Vim matar você...
   - Você acha que tem o poder para fazer isso, garoto? Você ainda serve aquela organização fajuta de Katsu?
   - Eles não são fajutos, eles são fortes guerreiros que irão matar você...
   - Veremos... Depois que eu me afastei da Imortality, eu apenas cresci. Olhe ao seu redor!
   - Vejo apenas um bando de corpos...
   - Tolo! Você deveria se juntar a mim... em vez de morrer como um tolo...
   - Prefiro ser o tolo que matou você!
   - Que seja!


     Drakkuz põe seu helmo novamente, e prepara sua espada. Ele corre na direção de Suzaku, que faz o mesmo contra Drakkuz. 
     Ao chegar perto, Suzaku olhou para baixo, e viu todos os seus ferimentos da batalha de antes. Mas seguiu em frente. Drakkuz então se abaixa e dá um golpe em Suzaku.
     Suzaku para de correr, e começa a andar em direção a Drakkuz, até que ele para e cai no chão. Ao olhar para seu corpo, viu que só depois - no momento em que caíra - o ferimento se abriu, e o banhou em seu próprio sangue. Ele começou a se distanciar de Drakkuz, sua espada estava pesada demais para ele. Havia perdido muito sangue, não conseguia nem ficar em pé. Então desiste de fugir, pois não tinha mais forças para se distanciar.
     O Domador de Dragões então se aproxima dele, e fica ao lado de seu rosto. Ele levanta sua espada e diz:
   - Você deveria ter deixado a Imortality como eu! - e corta a cabeça de Suzaku.
     Drakkuz então pega a cabeça do chão e aponta para o balor.
   - Leve esta cabeça para a Imortality! E fale que irei atacar a cidade de Lhibann em três dias! Vá! - e joga a cabeça na direção do balor, que a pega.


O balor de Suzaku então sai do salão do conselho draconiano, e voa em direção a BlueStone, para dar a terrível mensagem para Shin e os outros.


O que será de nossos heróis agora, que todos estão... separados?


- O Sacerdote -

6 comentários:

  1. "Din prepara sua ADAGA, e quando ele esta a menos de um metro, ele ATIRA". kkk mas gostei do post ^^

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  2. pego na minha wakizashi, e ataco com a minha katana! AUSHuashuAHSUhasuAHS
    bons momentos...

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  3. Sinceramente, gostei do post.Mas acho que em relação a morte de Suzaku deveria ter um post separado e com mais detalhes como foi o de Miyamoto em seu leito de morte, para trazer igualdade aos jogadores.É só uma dica se não quiser aceitar, até porque não houve muitos detalhes mas acho que até daria para fazer um post relatando sua viagem até o momento de sua morte.

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  4. assim que eu postar a história dos jogadores, pretendo colocar o post fúnebre de Susaku... =)

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  5. e quando vai ser isso? quando vai postar a historia de todos, quantos faltam pra entregar?

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  6. nenhum... só tenho que ajeita-las e escrever a de alguns NPC's... e deu =)

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