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3169E6, Era de Sombrata. Dia 18 de Fevereiro.

segunda-feira, 7 de março de 2011

- Zetos, um companheiro -

     Zetos Parkhatus, um grande aventureiro que juntou-se a Imortality assim que foi salvo, do ataque a seu vilarejo, pela organização da paz. Ele jurou ser destemido e leal até o fim de sua vida. Esta é a história de como ele entrou na Imortality. Mas vamos nos aprofundar um pouco mais na história deste pequeno e desconhecido garoto.

     Ele teve um infância comum, brincando com os filhos e filhas dos vizinhos de seu pai na fazenda que tinham. Deis de cedo foi posto para trabalhar, tinha quatorze anos quando capinou seu primeiro terreno. Nunca se preocupou com os outros lugares, pois ali, naquela pequena fazenda, com seu pai e seus amigos, sempre teve paz. Sua mãe havia falecido ao lhe dar a luz, mas sempre ouviu histórias dela, e que ela era uma bela mulher que encantava vários homens com o doce som de uma flauta. Seu pai, assim que Zetos completara 17 anos, deu-lhe a flauta de sua esposa para ele, como recordação e agradecimento por ser um bom filho.
     Zetos nunca teve de pegar em um espada, até os 19 anos, quando soube que seu pai havia se perdido na floresta. Ele estava na fazenda de seu tio, tocando flauta para os animais, quando ficou sabendo disso. Não passou um minuto, Zetos já estava à galope em direção das florestas. Ao chegar lá, encontrou uma clareira, e lá estava seu pai  ferido no chão. Ele chegou perto de seu pai, que em lágrimas pediu perdão, e lhe entregou algo que estava em sua mão. Era um anel de borboleta que sua mãe carregava. Na outra mão de seu pai estava um pergaminho dizendo:

     "Você deve 5000 moedas de ouro para o Rei Bandido. Pague se queres continuar tendo sua fazenda a salvo de meus homens. Não pague, e pegaremos peso em ouro em litros de seu sangue."
                                                                                             O Rei Bandido de Deepwood

     Ele nunca havia conhecido a morte, até aquele dia. Zetos nunca matou aquele homem. Mas sempre antes de adentrar em uma batalha, vê a face daquele homem na face de seu adversário, e nunca perde. Zetos nunca o matou, mas sempre que entra em uma batalha, ele o mata.
     Não se perdoou até hoje, por mais que não fosse culpado de nada, ele sempre se fez acreditar que se tivesse galopado mais rápido, seu pai estaria vivo. Deis de então, depois de sua falha, Zetos começou a morar com seu tio em outro vilarejo, ele cozinhava, varria, limpava, colhia; ele era um escravo - mas não se importava.
     Apenas duas amigas o acompanharam. Ele havia perdido seu pai e seus amigos. Mas como ainda tinha amigos, e objetivos, nunca se deixou levar.
     Ele viveu com seu tio até os 21 anos, quando nobres aventureiros foram pedir ao seu tio que deixassem o lugar e os acompanhassem até as docas. O resto... apenas estes aventureiros sabem...
     Estes aventureiros que o salvaram estão com ele até hoje... e ele nunca esteve mais feliz do que é agora...

     - O Sacerdote -

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