3169E6, Era de Sombrata. Dia 18 de Fevereiro.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Um pouco mais sobre aquele que domina o Universo - O Sarcedote
Nascido em Odhrum, nas montanhas vulcanicas de Achram, terra dos magos e feiticeiros. Seu nome é desconhecido por todos, pois os unicos que sabiam, levaram para o tumulo; seus pais.
Sua primeira responsabilidade em sua vida foi cuidar da sua casa e das docas onde sua familia trabalhava. O rapaz acordava todas as manhãs, antes mesmo que os guardas de sua cidade, para caminhar pela praia, e então ir para as docas para seu barquinho. E lá ia ele sozinho, com as redes de sua mãe e o barco de seu pai. O dia acabava e sempre trazia peixes suficientes para si e para sustentar a casa.
Diferente de muitos magos, que nascem em familias ricas e nobres, este rapaz foi introduzido a este mundo com a ajuda de um mago que não ligava para hierarquias e sim para ações. Em um dia de chuva, o rapaz não pode ir para seu ganha-pão, e ficou sentado na varada da pequena cabana olhando para o mar. Derrepente, um velho homem em vestes azuis e mantos dourados se aproxima dele. Ele carregava consigo um cajado de mithril - um metal leve como uma pena, mas resistênte como as escamas de um dragão - e em seu pescoço balançava um amuleto com o simbolo dos magos da antiga ordem de Achram. O velho chega perto e diz:
- Por que o jovem pescador não esta pescando? - e humildimente senta-se no chão ao lado do rapaz.
O jovem levantou-se e pediu que o senhor se sentasse; ao se sentar, o rapaz logo lhe aponta as negras nuvens de chuva que no céu havia. O velho então puxa sua longa barba, e murmura algo quase inaldivel para o rapaz, mas ele sabia que não era a lingua comum. Ao olhar novamente para o céu, as nuvens estavam ficando claras, e a chuva estava parando, enquanto parava o céu se abria e podia se ver o sol. O jovem pescador olha sorridente para o humilde senhor, e diz:
- Como você...?
- Magica - disse o velho enquanto ria.
Depois desse dia, o rapaz mudou suas responsabilidades pela primeira vez na vida. Agora, ele iria acordar, pescar, voltar para casa, ir para a casa de seu novo mestre, vender peixes no bazar de seus pais, e então voltar para casa. E assim foi por vários anos. Até que um dia, o jovem rapaz recebeu uma visita de um homem misterioso, que usava uma reluzente armadura de ebano com detalhes dourados no peitoral formando um simbolo em uma lingua que não conhecia, e mesmo depois de estudar tantas com seu velho mestre, não pode dizer se era draconiano, ou élfico, nem mesmo a lingua dos anões. Nada; tudo que conhecia não lhe ajudou a cohecer aquele simbolo, e ele ficou curioso. O homem então se aproxima dele e lhe entraga um pergaminho com uma fita vermelha amarrada e um selo.
- O jovem mago esta agora convidado para ir a Kemenost, tenha um bom dia.
O rapaz havia ficado pasmo. Kemenost ?! Isso era do outro lado do mundo, em outro continente, como ele iria abandonar tudo que tinha aqui para viajar. Em duvidas, foi visitar seu mestre em sua residencia, que era no final das docas. Ao chegar lá, e adentrar na casa, encontra seu velho mestre fumando sua xinforinfa (um cachimbo estranho que alguns magos geralmente fumam), como sempre. E lhe fala tudo que aconteceu. Depois de uma ultima tragada no seu cachimbo, ele diz:
- Vá, e quando voltar, tudo aqui estará mudado. Minha casa se tornará sua residência, um belicimo castelo nas momtanhas de Achram o espera em um futuro distante. Tambem vi que em Kemenost, um velho homem irá pedir sua ajuda. Vá, eu lhe prometo deixar tudo que você tem aqui a salvo.
- Você... planejou tudo isso?
- Eu ? Não... imagina - o velho da um leve sorriso, mais por mais que fosse leve, era bem discarado. - Por que o rei de Kemenost o pediria para ser seu conselheiro... talvez um velho amigo dele tenha falado de você em suas viajens... eu não sei...
O jovem, agora não tão jovem, pula no velho metre e o abraça com força, o velho o abraça tambem. E o rapaz começa a falar o quão importante ele significava para ele, e que ele tinha sido um pai que ele havia perdido a muito tempo.
Depois das despedidas, o jovem é enviado para Kemenost, onde viria a se tornar sacerdote e conselheiro real de Julianos Yggnizius, rei de Kemenost.
Mais uma vez o mundo gira e gira, e anos se passam. O rapaz era um homem agora, um poderoso mago arcano, um leal conselheiro e um ótimo amante - explicarei isso mais tarde.
O rei sempre o levava consigo para os encontros de reis e imperadores de Odhrum. Sempre se encontravam em uma gigantesca torre que havia sido a primeira construição em Odhrum, feita pelo próprio Dhagodar depois de construir Odhrum. E lá, havia uma sala com uma mesa redonda gigantesta feita de pedra, e lá todos os reis se sentavam e atrás deles ficavam seus sacerdotes em pé, lhes dizendo o que falar e lhes lembrando de coisas de estado.
Certa vez, o sacerdote do rei não pode comparecer no conselho de Odhrum; pois estava tendo um outro encontro um pouco mais importate (em sua mente). Nosso rapaz estava em seu laboratório planejando fazer aquilo que no futuro viria a libertar o universo das garras do ser que matou todos que ja morreram nessa vida, seus pais, seus amigos e até os que não conhecia, Dhagodar.
Como ele odiava Dhagodar, ele via ele como um menino irritado com seus brinquedos, e que destruia eles de pois que terminava de brincar. Sentia-se em débito com o universo, que havia lhe dado tantas coisas e tirado tantas. Precisava livrar o universo desse peso que era Dhagodar. E assim formou seu plano, e dizem alguns que esse plano ainda esta em ativa, mesmo depois de todos esses anos. Será ? Bem... voltemos...
Algumas semanas depois de ter planejado seu plano, ele reencontra a rainha de Kemenost perambulando o castelo. Como era bonita aquela dama. Longos cabelos negros e olhos azuis como duas safiras que brilhavam com o reflexo da lua que admirava tão pensativa. Era morena como cacau e suas voz era doce como tal. Bela...
Ele a cobiçava muito, mas sabia que seria perigoso fazer isso. Mas houve uma noite em que não ligou para o perigo. Passou na cozinha e pedio para a empregada que podesse levar o chá da tarda para a rainha. A empregada, que sempre o via como um rapaz muito bom, o entregou de boa vontade. No caminho para o quarto, ele derrama algumas gotas de um frasco que carregava em suas vestes no chá de sua rainha.
- Minha senhora - bate o conselheiro na porta.
- Pode entrar...
Adentrando o quarto, vossa majestade estava sentada em sua cama, coberta pelos lençois. Ele então se aproxima e lhe entrega o chá.
- E então... quais são as novas, conselheiro?
- O rei está nas terras geladas de Mithraid para descobrir com os anões quem havia atacado nossas fortalezas nas fronteiras.
Podia-se ver nos olhos da rainha que a poção ja surgira efeito ele então rápidademente pensa na primeira frase romantica que vem em sua cabeça e a fala.
- M'Lady, posso lhe dar um conselho?
- Claro, amado...
Ouvir isso o deixou meio envergonhado, ja que era a primeira vez que ouvia, engoliu tudo e disse:
- Me beije, minha rainha...
A rainha, sobre efeito da poção, colocou gentilmente a chicara no comodo ao lado e puxou o conselheiro para dentro da cama. Ela então o agarra com força e o beija. Em poucos instantes eles se envoltam de um chama quente de amor e luxuria. Seus desejos carnais do momento logo se concretizaram.
Um tempo depois - encurtando um pouco a história - Julianos descobre da traição de confiaça de seu feiticeiro, e o exila de volta para Achram. Voltou para suas terras natais, para um fortaleza nas montanhas de Achram, que seu mestre havia construido para ele. Ao chegar lá, ele começa seus estudos em todas as artes mágicas que existiam para serem conhecidas. Agora que não tinha mais seu mestre, só lhe restava ele.
Depois de 1 ano ele decide voltar para Kemenost, disfarçado como um mendigo. Quando conseguio entrar no castelo despercidamente - ja que conhecia todas as passagens secretas - ele vai direto ao quarto da rainha. E encontra lá um solitário bebe; seu filho. Então, quando ele ia pega-lo, ele sente um mão em seu ombro. Nesse instante pensou que fosse morrer. Mas quando vira para trás, ve a rainha.
- Você voltou...
Ela então o beija novamente, mas antes que podesse leva-lo para sua cama ele diz:
- Minha rainha antes que façamos qualquer coisa... me diga... - ele então olha para a criança - Aquela criança, é...
- Sim... nossa...
Quando soube disso, um amor contagiante tomou seu coração, e ao voltar seus olhos para a bela rainha, ele a toma em seus braços, e então a leva para a cama. E assim como no passado, só que agora com mais calor, ele a faz ter a noite mais prazerosa que ela podia se quer imaginar.
Desta vez, ele foi surpreendido pelo rei. Que estava na porta. Ele pega sua espada e pula na cama. O ex-conselheiro rola para o lado, pega suas vestes. Então as usa para cobrir o bebe e lança um feitiço de paralisação no rei. Depois de usar um lençol como veste, ele diz ao rei:
- Que fique claro... que eu poderia te-lo matado...
- Antes isso...
Ele então olha para o rei. E dá um adeus. E diz:
- Salemh, esse será o nome desta criança que irá nascer de sua esposa... Faça isso... ou eu voltarei...
Um segundo depois pula a janela; a rainha preocupada olha para ver o que aconteceu, e vê uma gigantesca águia voando com um bebe em suas garras.
- 20 anos se passam -
- Skar...
- Sim, pai...
- Vá para Mithraid, conjure seus exercitos lá, e destrua os anões daquelas terras. Isso irá atrai-lo...
- Como desejar - Skar teleporta-se para Mithraid.
O feiticeiro, sentado no trono de seu palácio nas montanhas, olha em uma bola de cristal, e vê o nascimento de um filho, agora legitimo, de Julianos.
- Finalmente... depois de tanto tempo de espera... ele conseguiu...- ao ver isso, levanta-se de seu trono. Revelando que nele, estava o lençol daquela noite. Pula a janela, e tornase um corvo de porte pequeno, e vai para Kemenost.
- É um menino!
- Deixe-me velo. - diz a rainha; e pega o bebe - Irei chama-lo... de Victor. Rei Victor o que acha querido?
O rei ao lado da esposa, olha para a criança, que agora era a dele.
- Quero ver Salemh...
Após descer varáis escadas, o rei chega a masmorra. Lá estava o filho de seus antigo conselheiro.
- Agora que meu herdeiro nasceu, não tenho mais por que manter você vivo...
- Que seja...
Algumas horas se passaram. E Salemh se encontrava no pátio principal do palácio, com uma corda em seu pescoço, e a outra parte da corda em uma arvóre. O rei pergunta suas ultimas palavras, e ele diz:
- Corvo...
Ele via, algo que os guardas não perceberam. Que um certo corvo que vinha atrás deles, havia fica do tamanho de um dragão. E agora vinha na direção do rapaz.
- O que foi que disse, prisoneiro?
- Corvo!
O Corvo gitante então passa por baixo do rapaz e corta a corda com o bico, o tirando da li em segundos.
- Por que demorou pai? Nos sonhos você disse que viria pelas janela.
- Eu passei por uma janela na vinda...
Depois de reunir sua familia, e ter obtido grandes poderes. Só lhe faltava uma coisa. Dhagodar.
Deixou seu filho nas montanhas de sua fortaleza e foi para a torre de Odhrum. e lá invokou Dhagodar.
Quando o ser apareceu, e perguntou por que ele estava fazendo tudo aquilo, ele disse:
- Por que você é patético... - e lança um feitiço de banimento, depois um de transferência de poder, e um ultimo feitiço planar. - E para terminar... Empóirus fassemh sorpin rhugoyd ! - Lança então um feitiço de sua própria autoria, um feitiço para cortar as linhas energéticas entre os chakras, o privando de lançar qualquer outra magia pelas proximas eras. E então repete o feitiço planar, que o manda para um plano-prisão.
- Agora, vamos ver o que posso fazer. - diz o renascido homem agora com os poderes universais de Dhagodar.
- Que todos me conheçam, pois agora não sou mais um mero sacerdote que serve um deus. Eu sou agora O Sacerdote, e servirei o universo! Agrham merttuz zôor ! - dito o ultimo encantamento, uma ilha surgio no centro de Odhrum. E ele a chamou de Aka-eth. E lá construio sua nova fortaleza, deixando a das montanhas para seus filhos. E ao redor de Aka-eth, foi construida uma cidade, de mados e guerreiros; homens e elfos. E finalmente houve paz.
Mas, temendo que outros seres podessem desvaser o que fez, destrui-o Odhrum, e fez todos renascerem em uma nova terra. Com novas raças e novos reinos. E chamou de Wayland - que seria o significado da palavra Odhrum em odhrunniano.
E assim nasceu Wayland...
Espero que tenham gostado de um pouco mais de informação... Comentem, por favor...
- O Sacerdote -
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